segunda-feira, 8 de abril de 2002

“A personificação do mal"

2002-04-08
NICOLATO, Roberto, “A personificação do mal — autor não quer ser confundido com personagens e enfatiza que não pretendeu atingir a Igreja”, Caderno G, Gazeta do Povo, 8 abr. 2002.

RN: “Ainda sobre o Diário do farol. Há críticas positivas sobre o livro, mas também aquelas que o consideram malconstruído, seja pela linguagem ou pelo caráter inverossímil da narrativa. Até que ponto prevalece o tom amadorístico e intencional do romance?”.

JUR: [Resposta em Sobre LITERATURA]

RN: “E sobre as críticas negativas?”.

JUR: “A maior parte eu não leio. Sou tão ‘puta velha’ nessa área que aprendi a não dar muita importância à crítica, seja positiva ou negativa. Na realidade, o julgamento principal é do público em geral ou dos pósteros, porque a crítica presente talvez não tenha ainda a perspectiva necessária para aquilatar bem o valor da obra. E o sucesso de público também não quer dizer que a obra tenha qualidade literária. Isso é uma coisa muito complicada”.

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