domingo, 26 de novembro de 1989

“O lagarto ri, e o mundo já não é o mesmo"

1989-11-25
RIBEIRO, Leo Gilson, “O lagarto ri, e o mundo já não é o mesmo”, Jornal da Tarde, 25 nov. 1989.

LGR: “Sem colocar o leitor, de forma alguma, na camisa de força do raciocínio fanático, (...) João Ubaldo Ribeiro demonstra (...) até que ponto o Brasil (...) não pode se furtar à sua época nem à internacionalização dos acontecimentos da espaçonave única, a Terra. É nela que as ações e omissões de qualquer de nossos Primeiro, Segundo e Terceiro Mundos estão, indissoluvelmente, ligadas...”.

sexta-feira, 17 de novembro de 1989

“Ciências versus religião na Bahia de João Ubaldo”

1989-11-16
MARETTI, Eduardo, “Ciências versus religião na Bahia de João Ubaldo”, Caderno 2, Leitura, O Estado de S. Paulo, São Paulo, 16 nov. 1989, p. 4.

EM: “A literatura fortemente enraizada na cultura de uma nação é (...) aquela que as gerações contemplam, independentemente da ‘atualidade’ de seu conteúdo e/ou de sua forma, como se contemplassem a si mesmas, seus fantasmas, mitos, arquétipos. Sua cultura. (...)".

EM: “Entre os escritores que podem ser considerados importantes na cultura particular da nação baiana, Jorge Amado e João Ubaldo Ribeiro se inserem como fundamentais”.

quarta-feira, 15 de novembro de 1989

“O paraíso perdido"

1989-11-15
LEITE NETO, Alcino, “O paraíso perdido — João Ubaldo Ribeiro põe em xeque a espécie humana”, Livros, IstoÉ Senhor, 15 nov. 1989, p. 126-127.

JUR: “A teoria cadaveriza as coisas”.