quarta-feira, 26 de setembro de 1979

“Chico Anísio — Proteger o artista não é dar TV pro Silvio Santos”

1979-09-26
CASTRO, Tarso de; RIBEIRO, João Ubaldo; PEDRO, A., “Chico Anísio — Proteger o artista não é dar TV pro Silvio Santos” (entrevista a Chico Anísio), Enfim, ano I, no 3, Rio de Janeiro, 26 set. 1979.

Chico Anísio: “O brasileiro adora destruir um ídolo. Desde 68 que dizem que o Roberto Carlos acabou. Só que esqueceram de avisar para ele".

JUR: “É, Jorge Amado...”.

“Chico Anísio — Proteger o artista não é dar TV pro Silvio Santos”

1979-09-26
CASTRO; Tarso de; RIBEIRO, João Ubaldo; PEDRO, A., “Chico Anísio — Proteger o artista não é dar TV pro Silvio Santos” (entrevista a Chico Anísio), Enfim, ano I, no3, Rio de Janeiro, 26 set. 1979.

JUR: “Como é que você imagina a sua imagem para o povo brasileiro, você tem uma ideia de como eles pensam de você?...”

CA: “Ah, eles olham para mim e dão risadas”.

JUR: “Existe um problema na cabeça das pessoas (...), que é achar que o que se faz como humorista não é sério...”

quinta-feira, 6 de setembro de 1979

“Eu sou Jorge Amado — Torga e Namora para o Nobel”

1979-09-06
AZEVEDO, Domingos de, “Eu sou Jorge Amado — Torga e Namora para o Nobel”, Tempos Magazine, 6 set. 1979.

DA: “A France Presse promoveu um inquérito para verificar a projeção da literatura latino-americana na Europa. Deu como resultado que entre os escritores mais destacados se encontram o colombiano Gabriel García Marques; os mexicanos Juan Rulfo, Carlos Fuentes e Octávio Paz; o uruguaio Juan Carlos Ornetti; o argentino Jorge Luis Borges; o peruano Mario Vargas Llosa; o venezuelano Otero Silva; e o brasileiro Jorge Amado”.

Jorge Amado: “Sobre o Nobel, minha opinião é conhecida: a ser concedido a um brasileiro, o justo será conferi-lo ao poeta Carlos Drummond de Andrade. Sei que ele não o disputa e até se incomoda com o ruído feito em torno do seu nome sobre tal assunto — mas, se me perguntam, devo dar a minha opinião”.